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Você já ouviu falar da Síndrome do Prédio Doente?

A segurança, por exemplo, dos elevadores, é uma questão para a qual os administradores de edifícios coletivos se atentam bastante. Porém, além de fatores operacionais como esse, também é fundamental dar atenção a alguns perigos “invisíveis”. A síndrome do prédio doente é um exemplo nesse sentido. Você já ouviu falar dela?

Mesmo entre as pessoas que conhecem esse problema, poucas têm consciência de como ela pode ser grave. Por isso, mostraremos abaixo os principais detalhes sobre a síndrome do prédio doente e como ela deve ser combatida. Confira!

O que exatamente caracteriza a síndrome do prédio doente?

Quando não são devidamente administrados em relação à limpeza e manutenção da boa qualidade do ar, o ambiente interno dos prédios pode representar um perigo. Isso porque esse “descuido” abre espaço para a proliferação de microrganismos (fungos, vírus, bactérias…) prejudiciais à saúde. E é aí que pode se originar a síndrome do prédio doente.

Essa síndrome é caracterizada quando as condições do ambiente interno de um prédio são nocivas à saúde das pessoas que ali circulam (vale também para ambientes de trabalho) ou moram.

Reconhecida pela OMS (Organização Mundial da Saúde) há quase 40 anos, a síndrome do prédio doente, em termos numéricos, é “confirmada” quando aproximadamente 20% dos ocupantes desenvolvem doenças em decorrência da estadia naquele ambiente. Os problemas/sintomas de saúde mais comuns em decorrência dessa síndrome são:

  • Alergias e irritações (olhos, nariz, garganta);
  • Problemas respiratórios;
  • Tosse e/ou espirros;
  • Dor de cabeça;
  • Náuseas;
  • Fadiga;
  • Tontura.

Atenção especial à bactéria Legionella pneumophila

Alguns dos casos mais famosos associados à síndrome do prédio doente envolvem a bactéria Legionella pneumoplila.

Um exemplo disso foi a contaminação (inclusive com a ocorrência de 34 mortes) de dezenas de pessoas em um hotel na Filadélfia (EUA) na década de 1970. Segundo avaliações feitas no local, a bactéria foi propagada através do ar-condicionado e causou um surto epidêmico de pneumonia.

O que os administradores dos prédios devem fazer para evitar a síndrome do prédio doente?

A maior parte dos problemas observados em um “prédio doente” é originada por microrganismos presentes no ar. Sendo que os equipamentos de climatização, especialmente os aparelhos de ar-condicionado, são o principal meio de propagação deles.

Assim, realizar a manutenção periódica desses equipamentos é a maneira mais eficiente de evitar a síndrome do prédio doente. Nesse sentido, é essencial dar atenção especial à limpeza do sistema de dutos dos prédios.

Aplicação do PMOC para a manutenção da qualidade do ar

A aplicação do PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle), que se tornou obrigatória a partir de janeiro de 2018, é uma maneira efetiva de os administrados de edifícios garantirem a boa qualidade do ar e o respeito às exigências legais (da ANVISA).

Agora que você já conhece a síndrome do prédio doente e sabe como evitá-la, não deixe de adotar as devidas medidas (especialmente a aplicação do PMOC) para prevenir esse problema. Essa é uma responsabilidade dos administradores de edifícios coletivos. Trata-se, inclusive, de uma obrigação legal, já que a aplicação do PMOC é obrigatória.

Você está em busca de uma solução para manter a qualidade do ar do seu edifício? Então entre em contato com a Ductbusters e converse com a nossa equipe!